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11 de novembro de 2014

Vacinação contra sarampo e poliomielite vai até o dia 28 de novembro

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) iniciou no último sábado, dia 08, a primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite e o sarampo, em parceria com as secretarias municipais e o Ministério da Saúde. Serão distribuídas cerca de dois milhões de doses das vacinas contra a poliomielite e o sarampo. A meta é imunizar 820 mil crianças contra as duas doenças no estado do Rio de Janeiro, que representam 95% do público-alvo. A campanha segue até o dia 28 de novembro.

A vacinação oral (gotinhas) contra a poliomielite tem como público-alvo crianças de 6 meses a menores de 5 anos, ou seja, 4 anos, 11 meses e 29 dias. Os pequenos, acima de seis meses, que estão com a caderneta de vacinação atrasada terão que tomar a vacina inativa injetável primeiro. Já tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) é injetável e direcionada, durante a campanha, a crianças de 1 a menores de 5 anos. A campanha de vacinação contra a paralisia infantil e o sarampo vai se estender até 28 de novembro. 

Prevenção - A vacina contra poliomielite não tem contraindicações. No entanto, as crianças com problemas imunológicos e submetidas a transplante de medula óssea devem ser orientadas para a vacinação nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie). O último caso de paralisia infantil foi em 1987, no bairro de Santa Cruz, na capital. Já o último caso de sarampo no estado ocorreu em 2000 e o índice de cobertura vacinal contra a doença é de 95%.

Poliomielite - É uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança não vai a óbito quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a a infecção acontece, principalmente, por via oral.

Sarampo - É uma doença viral aguda grave a altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar ou respirar. As complicações infecciosas contribuem para a gravidade da doença, principalmente em crianças desnutridas. A única forma de prevenção é a vacina.

 

Fonte: SES-RJ

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