Você está em: Principal → Mídia → Notícias

notícias

10 de junho de 2015

Trabalho desenvolvido pela OSS HMTJ nas maternidades da rede estadual é destaque no Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro

O XXXIX Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro, evento realizado em maio pela Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ) contou com a participação de convidados nacionais e internacionais. O congresso promoveu também o I Fórum da SGORJ na Atenção Humanizada a Assistência à Mulher e ao Recém-Nascido no Ciclo Gravídico-Puerperal, onde foram abordados temas de importância na assistência ao parto e nascimento, baseado em evidências científicas, com boas práticas e pautado na humanização. Dos 12 palestrantes convidados, seis trabalham em unidades geridas pela Organização Social de Saúde Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (OSS HMTJ), fato que confirma o reconhecimento da classe médica e dos profissionais de saúde em relação ao trabalho desenvolvido pelo grupo.

- O resultado da excelência da gestão da OSS HMTJ é evidenciado pela qualidade da assistência que ofertamos aos pacientes. Nosso compromisso é com a segurança, busca contínua pelo aprimoramento dos processos de trabalho, atendimento humanizado e valorização dos profissionais - explica o diretor médico da OSS HMTJ, Thiago Moraes.

Em sua palestra, o coordenador de obstetrícia do Hospital Estadual da Mãe (HEM), em Mesquita, Eduardo Gerde, mostrou o trabalho de assistência oferecido pela unidade, que recebe pacientes da Baixada Fluminense, faz, em média, 650 partos mensais, e mantém indicador de 78% de partos normais, muito acima da média brasileira que hoje é de 53,4%.

- As boas práticas instituídas no Hospital da Mãe são fruto de uma assistência interdisciplinar, que permitiu, desde o início, a implementação de uma nova cultura entre os profissionais e envolvimento das pacientes e acompanhantes na execução deste trabalho. Isso promove a melhoria não só do cuidado no momento do parto, mas também estimula o vínculo entre mãe e bebê, que será levado para toda a vida - diz Eduardo.

Philippe Godefroy, coordenador de obstetrícia do Hospital Estadual dos Lagos, tratou em sua palestra sobre violência obstétrica sob o ponto de vista do médico. Com passagem também pelo HEM, ele trouxe a público experiências exitosas nas duas unidades, em que ambas, oferecem cuidado humanizado às gestantes e recursos não farmacológicos de alívio da dor, que auxiliam as mães no pré-parto e parto.

- Temos um modelo de assistência materno-infantil baseado no empoderamento da mulher no momento do parto, desenvolvido a partir de uma relação acolhedora, segura e respeitosa com a paciente. O papel do médico e demais profissionais envolvidos é garantir o cuidado da mãe e do bebê, sem interferências desnecessárias - descreve Philippe.

Já Fernanda Mosqueira, neonatologista do Hospital da Mulher Heloneida Studart, trouxe ao fórum sua experiência no cuidado humanizado de bebês prematuros. A unidade é referência no estado no atendimento de alto risco gestacional, com média de 450 partos mensais.

- Oferecer recursos que estimulem o contato entre mãe e filho contribui muito na recuperação do bebê e ajuda a mulher a passar por este período em que a criança permanece internada. Por isso, incentivamos o contato pele a pele; a amamentação, mesmo que o bebê esteja na incubadora e a mãe precise retirar o leite; fazemos o clampeamento tardio do cordão, que diminui o risco do recém-nascido contrair anemia e sepse, e, além disso, utilizarmos a redinha e o banho de ofurô para acalmar os pequenos e diminuir a dor - explica Fernanda.

Os demais profissionais da OSS HMTJ que palestraram no fórum foram Cláudia Feitosa, neonatologista e coordenadora de pediatria do Hospital Estadual da Mãe, em Mesquita; Ludmila Maciel, enfermeira e coordenadora do PPP do Hospital Estadual da Mãe, em Mesquita e Ana Teresa Derraik, obstetra e diretora clínica do Hospital da Mulher Heloneida Studart.

Em números - Em junho de 2012, data de inauguração do Hospital Estadual da Mãe, a OSS HMTJ assumiu a gestão da primeira unidade de saúde no Rio de Janeiro. Depois, vieram os Hospitais da Mulher Heloneida Studart, Melchiades Calazans, Albert Schweitzer e Lagos. Juntas, as cinco maternidades realizaram, desde então, 34.606 partos.

Histórico - O Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ) é uma entidade com mais de 89 anos dedicados à melhoria da oferta de saúde aos brasileiros, tanto na prestação de serviço de atendimento médico, como na formação de profissionais na área, tendo Minas Gerais como estado de origem. A parceria com o poder público, o respeito aos funcionários, pacientes e familiares, a correta aplicação dos recursos e o comprometimento com a qualidade e a segurança da assistência tornaram a instituição uma referência em Saúde no âmbito nacional.

Em 2012, foi concedida ao HMTJ a qualificação definitiva como Organização Social de Saúde, definida como entidade sem fins lucrativos, cujo trabalho é de gestão e execução de atividades e serviços de saúde de unidades públicas, com metas e tipo de assistência voltada para o atendimento exclusivo de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
Desde então, a OSS HMTJ e a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) estabeleceram, por meio de contrato, a gestão de cinco hospitais e quatro Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no estado.

As unidades geridas pelo grupo se diferenciam pelo atendimento humanizado e a assistência de qualidade, possível com a aplicação de técnicas de gestão inovadoras, fazendo com que o cidadão seja atendido em unidades públicas comparáveis aos grandes centros privados.

 

nossas unidades

UPA Nova Serrana


Hospital de clinicas sul - São José dos Campos

Hospital de Clinicas Sul
São José dos Campos

Upa Norte Betim

UPA Norte Betim