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16 de junho de 2015

Hospital Estadual da Mãe completa 3 anos como maternidade com maior número de partos no estado e referência na assistência humanizada

A comemoração do aniversário de três anos do Hospital Estadual da Mãe (HEM), localizado em Mesquita, ganha contorno especial com a conquista de indicadores e consolidação de serviços importantes. Hoje, a unidade realiza uma média mensal de 650 partos, que a coloca como a maternidade com maior número de procedimentos deste tipo no estado. Outro destaque é o percentual de partos normais que é de 78%, muito acima da média brasileira que é de 53,4%. Desde a inauguração foram realizados 17.429 nascimentos, 262.821 consultas ambulatoriais e 44.689 exames de imagem.

- A importância que o Hospital Estadual da Mãe exerce hoje à população do Rio de Janeiro e, em especial, à Baixada Fluminense vai muito além do reforço no cuidado de gestantes e bebês de baixo do risco, do pré-natal ao parto. Somos uma maternidade modelo no país, com assistência humanizada e serviços pioneiros tanto na rede pública como na privada. O resultado pode ser medido pelo retorno que temos das pacientes e dos acompanhantes através da pesquisa de satisfação, que, em maio, chegou a 99,86% de avaliação ótima e boa, em um total de 1.473 entrevistas - afirma o diretor da unidade, Sérgio Teixeira.

Davi Lucca é um bom exemplo. Ele é filho da dona de casa Jaqueline Souza, de 18 anos, moradora de Nova Iguaçu, que deu à luz no hospital ontem, dia 15, de parto normal. O bebê nasceu com 3,5 kg e 50 cm e recebe leite materno desde a primeira meia hora de vida.

- Escolhi ter meu filho aqui porque minhas vizinhas e amigas falam muito bem do atendimento. E eu só tenho a agradecer, pois a equipe é atenciosa, o hospital é muito organizado e pude fazer parto normal recebendo todo o cuidado e o carinho que sempre desejei neste momento especial - relata Jaqueline.

Maternidade modelo - O HEM consolidou a oferta de uma assistência humanizada, onde as gestantes contam com toda a estrutura necessária para realizar um pré-natal saudável, com acompanhamento de médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e fisioterapeutas e são incentivadas a realizar o parto normal, dispondo de recursos não farmacológicos para alívio da dor, entre eles, massagem, exercícios de fisioterapia, respiração e caminhada. A unidade dispõe de 70 leitos de internação, 8 leitos de UI Neonatal e 12 salas de PPP - local onde a gestante é encaminhada quando já está prestes a dar à luz, junto com um acompanhante e tem acesso a métodos que vão ajudá-la na hora do parto, além de leitos de recuperação pós-anestesia, assistência aos recém-nascidos e centro cirúrgico.

O hospital implementou serviços pioneiros para atender o perfil das pacientes locais, como é caso da fisioterapia no pré-natal para alívio da dor; orientações para mães de 1º filho e criação de um ambulatório para tirar dúvidas de mães que sintam dificuldade de amamentar, após terem recebido alta da unidade. Outro destaque é o atendimento às adolescentes, que representam 20% da demanda, e engloba desde a orientação sobre as mudanças fisiológicas, até direito civis da gestante e continuidade dos estudos, além do planejamento familiar e incentivo constante à amamentação.

Humanização - Em novembro de 2014, foi criado o Comitê de Humanização, grupo formado por profissionais de todas as áreas que envolvem o cuidado aos pacientes que tem como objetivo respaldar cientificamente as ações de humanização seguidas na unidade. Uma das medidas é o "Plano de Parto", ação pioneira na rede estadual, que tem como intuito informar a gestante sobre o trabalho de parto e estreitar a relação médico-paciente. A partir das conversas durante o pré-natal, a futura mamãe preenche um questionário em que pode indicar quais procedimentos ela deseja que a equipe adote durante o trabalho de parto, como a utilização anestesia, exercícios não farmacológicos para diminuição da dor, música, escolha do acompanhante etc. Os profissionais levam em conta os desejos indicados pela mulher, tendo como prioridade o estado de saúde da mãe e do bebê.

Dos primeiros encontros do comitê foram adotadas algumas novas práticas, como deixar o bebê junto com a mãe logo após o nascimento e a avaliação do pediatra, visando manter o vínculo entre ambos. Também é permitida a entrada de acompanhante nas consultas de emergência, medida para tranquilizar tanto a gestante como os familiares. Musicoterapia, aromaterapia, cromoterapia e utilização de lavandas também são recursos disponíveis às pacientes.

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